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Die besten Liebesromane

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Aktualisiert

Perseguida pelos meus dois chefes

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Anmerkung

«Achaste mesmo que nos podias escapar, Skyler? Esta empresa é nossa. E, muito em breve, também serás nossa.» Skyler Morgan é ferozmente independente. Luta por cada polegada de sucesso, tentando construir a sua carreira e manter a sua vida sob controlo perfeito. Até que o seu mundo é tomado por dois bilionários implacáveis que acabaram de se tornar os seus novos patrões. De repente, a sua vida profissional deixa de ser o seu único problema. Tudo começa com os bilhetes deixados no seu percurso matinal de corrida. Curtos. Íntimos. Inquietantes. Alguém conhece os seus hábitos, os seus segredos e sabe exatamente para onde ela vai quando pensa que está sozinha. Um dos patrões é sofisticado, poderoso e perigosamente viciante. Um homem capaz de abrir portas, derrubar limites e fazer com que a ambição pareça preliminares. O outro é calado, magnético e impossível de decifrar. Ele arrasta-a para salas privadas e silêncios carregados de tensão, possuindo uma química sombria que a deixa sem fôlego. Sky diz a si própria que consegue lidar com o desejo. Consegue mantê-lo estritamente profissional. Consegue até lidar com o facto de ser desejada. Mas o que ela não consegue lidar é com a terrível constatação de que é um peão num jogo retorcido que não compreende totalmente. A atração está a transformar-se em pura obsessão, e a confiança é um risco mortal. A pior parte? Os dois homens que dominam os seus dias são exatamente os mesmos que a perseguem na escuridão. Porque alguns homens perseguem-te. Mas os perigosos? Eles descobrem as tuas fraquezas, tornam-se os teus chefes e esperam pelo momento exato em que deixas de fingir que não os queres.

Capítulo: 1: Capítulo 1 – Você corre como se estivesse atrasado

Ela encontrou o bilhete numa terça-feira.Pequeno. Branco. Enfiado sob o laço do sapato esquerdo — aquele que ela havia deixado ao lado do banco na bifurcação, onde a orla se dividia em dois caminhos, enquanto ela fazia alongamentos por quarenta segundos com os olhos fechados.Quarenta segundos. Foi só isso.Ela virou o bilhete. Quatro palavras escritas com uma caligrafia clara e precisa:Você corre como se estivesse atrasada.Sem nome. Sem número. Nada mais. Apenas a caligrafia — arquitetônica, controlada — e a sensação específica de estar sendo observada por alguém que vinha prestando atenção há mais tempo do que ela imaginava.Sky ergueu o olhar. A orla às 5h47 da manhã estava vazia daquele jeito que só as cidades conseguem estar: cheia de presença, mas sem ninguém nela.Ela dobrou o bilhete. Colocou-o no bolso.Correu para casa mais rápido do que o normal.Isso foi três semanas antes de ela conhecê-lo.Sky começou a correr às 5h47.Não às 5h45, nem às 6h — às 5h47, porque era exatamente o tempo que levava para desligar o alarme sem acordar de vez, calçar os tênis no escuro e sair de casa antes que seu cérebro pudesse sugerir opções melhores.A cidade a essa hora era estranha e familiar ao mesmo tempo. As luzes da rua ainda estavam acesas, mas já não eram mais necessárias. O asfalto cheirava a chuva que ainda não havia caído. Sky gostava desse horário por um motivo: não havia ninguém ali a quem ela devesse uma explicação.O trajeto era sempre o mesmo. Quatro milhas ao longo da orla, à esquerda na velha ponte de pedestres, subindo pelo parque e voltando. Dezoito minutos se ela não pensasse. Vinte e dois se pensasse demais.Hoje foram vinte e dois.Amanhã seria a apresentação. A de verdade — não anjos com laptops equilibrados nos joelhos, nem uma sala de aceleradora cheia de pessoas da sua idade com o mesmo olhar ambicioso. Amanhã seria uma sala de conferências, ternos, pessoas cujo trabalho era decidir se a ideia dela valia o dinheiro deles.Sky acelerou o passo.O FocusLoop já existia há dois anos, sete meses e aproximadamente quatorze dias. Um aplicativo de produtividade criado especificamente para pessoas com TDAH, que não tentava curá-las nem transformá-las em outra pessoa. Apenas as ajudava a se reequilibrar. Sistemas, lembretes, micro-prazos — tudo isso construído em torno de como o cérebro com TDAH realmente funcionava, e não como todos insistiam que ele deveria funcionar.A ironia era que ela se movia a impulso, café e essas milhas matinais.Virar na ponte. Ela exalou — de forma controlada, até — e começou a subir a ladeira.Foi então que ele apareceu.Não do nada — ela simplesmente não o tinha notado antes. Ele estava correndo pelo mesmo trajeto, um pouco atrás dela, e a alcançou em algum ponto da subida. Sem logotipo na camiseta. Sem fones de ouvido. Sem celular na mão, o que, às 5h47 da manhã em Nova York, era quase suspeito, já que todo mundo documentava sua própria existência.Sky olhou de soslaio — por hábito, não por curiosidade — e continuou correndo.Ele acompanhou o ritmo dela sem perguntar nada.Isso também era suspeito.“A subida é mais difícil do que parece”, disse ele depois de um minuto.Não foi um “olá”. Não foi um “você corre por aqui com frequência?”. Apenas um fato, lançado no espaço entre os dois.“Sempre”, disse ela.Nada mais. Eles chegaram ao topo da colina em silêncio, e ela esperava que ele se afastasse — acelerasse ou ficasse para trás, como os estranhos sempre faziam após a conversa de cortesia.Mas ele não fez isso.Correram lado a lado por mais cinco minutos, e, de alguma forma, isso não a incomodou. Normalmente, incomodaria. A presença de outra pessoa em sua manhã parecia uma intrusão. Mas ele corria do mesmo jeito que ela — não pelas métricas, não pela foto depois, apenas porque precisava acontecer.Perto o suficiente para que ela pudesse sentir o ar se mover quando ele se movia. Perto o suficiente para percebê-lo de uma forma que ela não percebia outra pessoa há muito tempo.Ela não diminuiu o ritmo. Isso teria significado alguma coisa.“Você está pensando em algo importante”, disse ele. Também não era uma pergunta.Sky olhou para ele — desta vez, de verdade.Cabelo escuro, um pouco mais comprido do que o prático. Olhos cuja cor ela não sabia definir a essa hora, mas eram do tipo que captavam mais do que deveriam. Sem joias, sem relógio, nada nos pulsos. Ele parecia alguém que fazia um esforço consciente para deixar o menor rastro possível.Não estava funcionando.“Apresentação amanhã”, disse ela. Não sabia por que tinha dito aquilo. Ela não falava de trabalho com estranhos. Especialmente às 5h47 da manhã. Especialmente com pessoas com aquela aparência.“Startup?”“Aplicativo.” Uma pausa. “Ferramentas para TDAH.”Ele assentiu — não por educação. Com reconhecimento. A diferença era pequena, mas ela a sentiu.“Você tem medo de que eles não entendam por que isso é importante.”Sky diminuiu um pouco o passo.“Não tenho medo.”“Você acelerou o passo quando começou a pensar no amanhã.” Ele diminuiu o ritmo para acompanhá-la. “E acabou de diminuí-lo quando eu disse a palavra ‘medo’. Isso não é medo?”Ela deveria ter ficado irritada. Mas não ficou.“É controle”, disse ela. “Eu controlo o ritmo.”“Ou o ritmo controla você.” Calmo, sem qualquer tom de irritação. “Depende de que lado você está olhando.”Chegaram à bifurcação — onde a orla se dividia em dois caminhos. Sky sempre ia para a esquerda. Sempre.Ela parou.Ele parou ao lado dela. Não imediatamente — dois passos depois, como se também ainda não tivesse se decidido. O ombro dele quase roçou o dela. Ela percebeu esse “quase” de uma forma desproporcional à distância.“O que você diria a eles”, ele perguntou, “se soubesse que eles entenderiam?”A voz dele era baixa. Não íntima de propósito — apenas baixa, do jeito que algumas vozes soam de maneira diferente às seis da manhã, quando a cidade ainda não havia decidido totalmente se tornaria barulhenta.Sky olhou para ele. Depois, para a cidade acordando atrás deles — os primeiros ônibus, o primeiro cheiro de café vindo da barraca da esquina, as primeiras pessoas com pastas e os olhos fixos no chão.E ela respondeu. Não a versão para investidores — aquela que ela havia aperfeiçoado até ficar perfeita e que sabia de cor. A verdadeira. Aquela que ela nunca havia dito em voz alta porque soava pessoal demais para ser usada como arma.Ele ouviu. Não fingindo prestar atenção — ouvindo de verdade, daquele jeito em que você não verifica nada, não começa a formular sua resposta no meio da frase de outra pessoa. Ela parou no meio de um pensamento.“Continue”, disse ele.“Já terminei”, disse ela. Ambos sabiam que não era verdade.A cidade já estava mergulhada na manhã. A buzina de um táxi em algum lugar. Sky olhou para o relógio — ela tinha se prolongado seis minutos a mais do que o planejado.“Eu deveria...” ela começou.“É”, disse ele. E naquele “é” não havia decepção, nem pressa. Apenas uma compreensão que parecia não ter motivo para existir entre dois estranhos em uma bifurcação à beira-mar às seis da manhã.Sky seguiu em direção ao seu caminho. Para a esquerda, como sempre.“Qual é o seu nome?”, ela perguntou, sem se virar.Silêncio. Não daquele tipo em que a pessoa não ouve — daquele em que a pessoa pensa antes de responder.“Te vejo no percurso”, disse ele.Ela se virou — mas ele já tinha se afastado, indo para a direita, onde a orla se estreitava e desaparecia atrás de uma curva. Sky ficou parada na bifurcação por mais dez segundos, olhando para o lugar onde ele estava.Então ela correu para casa.Banho, café, laptop. Ela abriu sua apresentação e reescreveu o slide de abertura — a mesma versão que acabara de dizer em voz alta para um estranho cujo nome ela não sabia. Ficou melhor. Mais verdadeira.Às sete e vinte, ela fechou o laptop e percebeu que não estava pensando na apresentação.Ela estava pensando nele.Na maneira como ele a olhou, como se já soubesse para que direção ela iria antes mesmo dela saber. Naquele “quase” na bifurcação. No bilhete no bolso dela — ainda lá, levemente quente pelo calor do corpo — com uma caligrafia que ela já havia memorizado sem querer.Skyler Morgan, que nunca havia questionado uma decisão na vida, ficou com a sensação específica e desconhecida de ser conhecida por alguém que nunca havia encontrado.Ela tirou o bilhete do bolso. Leu-o novamente.Você corre como se estivesse atrasada.Ela virou o bilhete.O verso estava em branco.Sem nome. Sem número. Sem explicação.Apenas a caligrafia — e a certeza específica e inquietante de que quem quer que tivesse escrito sabia exatamente quem iria encontrá-la.Ela colocou de volta no bolso.Amanhã seria a apresentação.Naquela noite, ela ficou deitada no escuro e pensou em um homem que tinha seguido à direita na bifurcação, e em como ela tinha perguntado o nome dele, como ele se recusou a dizê-lo e como essa recusa parecia, de alguma forma, uma decisão que eles tinham tomado juntos.Ela adormeceu pensando: ele estará lá amanhã.Ela não sabia por que tinha essa certeza.Ela simplesmente tinha certeza.

Capítulo: 2: Capítulo 2 – Eu tinha o que precisava

Ela não voltou às 5h47 da manhã seguinte.Ela disse a si mesma que era por causa da proposta. Disse a si mesma que eram os três e-mails de acompanhamento que havia enviado à meia-noite, a ligação do advogado às sete e o fato de que tinha quarenta e dois minutos para mudar a trajetória de dois anos, sete meses e quatorze dias de sua vida — e que não iria gastá-los parada em uma bifurcação à beira-mar, esperando por um homem cujo nome ela nem sabia.Ela disse a si mesma muitas coisas durante a corrida de táxi até o centro da cidade.O bilhete ainda estava no bolso de sua jaqueta.O prédio era uma daquelas torres de Midtown que não precisavam anunciar nada — o saguão já dizia tudo por elas. Mármore, iluminação especial, aquele tipo de silêncio cuja manutenção custava caro. Sky fez o check-in na recepção, prendeu o crachá de visitante no blazer sem olhar para ele e pegou o elevador até o décimo q

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