
O crush plus size do CEO
- 👁 0
- ⭐ 6.0
- 💬 0
Sinopse
“Você acha que algum dia eu vou andar de mãos dadas com uma garota três vezes maior do que eu? Só saí com você porque queria saber como é ficar com alguém plus size”. Aquela frase a deixou sem palavras, partindo seu coração de tal forma que doía. “Olha, às vezes essas coisas acontecem”. “Tim... é... minha primeira vez”. Ela soluçou alto. “Supera isso, não é como se eu tivesse te forçado a me dar sua virgindade. Eu precisava ir, limpar as manchas vermelhas antes de sair”. Ele rosnou. O coração de Beauty batia forte, e suas lágrimas corriam sem parar. Ele saiu e bateu a porta ao sair. **** Intimida por ser plus size desde a infância, Beauty Hills teve que lidar com insegurança, trauma e depressão, sobretudo com o ódio por si mesma. Diziam que seu nome (Beauty) era exatamente o oposto de sua aparência. Depois de muitos relacionamentos tóxicos fracassados, ela seguiu em frente e conseguiu um emprego em uma empresa de moda. Lá, ela se apaixonou secretamente por seu chefe, que era incrivelmente bonito e reservado, mas quem não se apaixonaria? Não é todo dia que se vê um bilionário incrivelmente bonito que não é arrogante nem se orgulha de sua aparência — um sinal muito positivo! Todas as rainhas da beleza da empresa estão perdidamente apaixonadas! Beauty sabe que não tem chance de competir com elas. É inútil sonhar tão alto! Talvez não...
Capítulo: 1: Capítulo 1: TRAIÇÃO
“Se você não fosse tão gorda, talvez o anel fosse do seu tamanho!”
Era a voz irritada do meu namorado, Steven.
Ele chamou a atenção, e os outros clientes da joalheria ficaram nos olhando.
Hoje deveria ser o dia do meu noivado, mas como o Steven não sabia o meu tamanho, ele fez a grande pergunta antes de sairmos para comprar o anel.
“Querido, podemos experimentar outro, por favor?”
Consegui dizer isso com um sorriso no rosto.
“Você está surdo?!”
Ele gritou tão alto que perdi a capacidade de me conter, e lágrimas quentes escorreram pelo meu rosto. Senti minhas pernas fraquejarem e meu coração bater com força, de forma dolorosa.
“Temos tamanhos maiores para ela experimentar, senhor”, sugeriu educadamente o dono da joalheria, vindo em meu socorro.
Mas ele não estava disposto a dar uma chance.
“Não importa o tamanho que você tenha — isso não vai sugar essa gordura! Estou farto disso.”
Dessa vez, todas as pessoas na loja se viraram para nós, e todos os olhos estavam voltados para nós, enquanto a cena se desenrolava exatamente como Steven queria.
Me senti como um palhaço.
O dono da joalheria ficou numa situação embaraçosa, sem saber como convencê-lo a comprar o anel.
As pessoas que assistiam começaram a cochichar entre si.
“Mais um dia fazendo as pessoas pensarem que sou um monstro em público, bom trabalho, Beleza! Cansei.”
Ele explodiu e saiu friamente.
“Steven!”
“Steven, por favor!”
Eu gritei, mas ele não olhou para trás nem agiu como se conhecesse aquele nome.
A porta se fechou e outro cliente entrou na sala.
Fiquei ali parada, com a cabeça baixa, chorando amargamente. Abri meus olhos embaçados pelas lágrimas e vi meus pés frios... pés grandes.
Não eram os pés que uma mulher feminina deveria ter.
“Não se preocupe, ele vai mudar de ideia. Tenho certeza disso.”
A voz da vendedora de joias soou.
Ela estava tentando me consolar.
Apertei os lábios e acenei com a cabeça, mas não consegui levantar o olhar de vergonha, sabendo que todos os olhos estavam agora voltados para mim depois daquela cena.
Lentamente, como um rato moribundo, saí da joalheria, com passos fracos e vacilantes, a visão embaçada pelas lágrimas.
E foi assim que meu noivo, que eu tanto amava, me largou porque meu dedo gordinho não cabia no anel de noivado.
Ali mesmo, no meio da joalheria, ele terminou comigo e me largou.
Ele não estava apenas farto do anel não servir — ele estava farto de mim. Assim como o Tim, o Nathan e agora o Steven. Todos eles me largaram na menor oportunidade.
Herdou os genes do meu pai e, desde muito jovem, sofreu bullying por causa do meu tamanho.
No ensino fundamental, tornei-me autodestrutiva e tentei me matar várias vezes só para acabar com tudo. Mas isso não parou — os xingamentos, o bullying.
A baleia da turma.
Gordinha.
Infelizmente, na vida adulta, foi ainda pior do que eu imaginava.
Eu me odiava tanto. Desde meu último relacionamento, nunca mais tive vontade de me arrumar, me maquiar ou, sabe, me sentir como qualquer outra jovem por aí.
Para quê? Para ser usada e abandonada de novo?
Gordo é feio. Eu sou gorda. A beleza é um privilégio. Infelizmente, sou o oposto do meu nome —
Beleza.
E meu primeiro amor?
Tim, ele me largou depois da nossa primeira noite juntos. Ele deixou suas intenções bem claras para mim.
Naquela época, achei que fosse morrer.
Ele nem sequer fingiu por umas duas semanas antes de terminar comigo. Ele nunca levou em conta meus sentimentos.
“É minha primeira vez”, lembro de ter dito a ele.
A resposta dele foi totalmente fria.
“É, dá pra ver a mancha vermelha.”
Aos dezesseis anos, eu esperava mais do que essa resposta, mas não dei muita importância ao assunto.
Depois de alguns minutos de silêncio, Tim se levantou da cama.
“Já terminei.”
Essa frase me deixou chocado. Eu nem sabia se tinha ouvido direito.
“Hã?”
Eu dei uma risadinha, confusa. Eu era ingênua, achando que ele estava brincando comigo.
“Só saí com você porque queria saber como é ficar com uma garota plus size.”
“Tim, o que você está dizendo...?” perguntei, ainda mais confusa.
“Você acha que eu andaria de mãos dadas com uma garota três vezes maior do que eu?”
E foi assim que minha primeira vez se tornou meu primeiro desgosto amoroso.
Capítulo: 2: Capítulo 2: PAIXÃO SECRETA
E agora, com 25 anos, sem nenhuma esperança de encontrar o amor novamente.
Boas notícias. Consegui um emprego na famosa e fabulosa empresa de moda, em Nova York.
E consegui fazer uma amiga que não me julga pela minha aparência.
_______
“O que você acha?”
Minha amiga Jessie me mostrou uma foto no celular dela.
“Uau, Jessie, isso está perfeito, você está tão perfeita”.
exclamei, admirando tudo na foto; ela é, sem dúvida, uma rainha dos desfiles.
“Ah, por favor, é só a edição”, Jessie deu uma risadinha, corando.
“Você é um talento nato, Jessie”.
Continuei.
“Pára com isso!”
Ela ficou toda vermelha e riu.
“Deixa eu ver a segunda”, pedi; ela deslizou a tela e me mostrou as fotos.
“Essa não é da nossa coleção de verão do ano passado?”
perguntei, curioso.
“Sim, eu guardei e reutilizei porque ficam tão bem em mim”.
Abanei a cabeça, sorrindo.
Nossa empresa tem muita sorte de tê-la como








