Alphanovel

Romans d'amour

Book cover
Mise à jour

O segredo sujo do meu meio-irmão Alfa

  • Genre : Werewolf
  • Auteur : Sugaredpen
  • Chapitres : 110
  • Statut : En cours
  • Classification par âge : 18+
  • 👁 13.3K
  • 5.9
  • 💬 15

Annotation

ESTA HISTÓRIA CONTÉM CENAS S*XUAIS EXPLÍCITAS, ENERGIA ALFA POSSESSIVA E INTENSA TENSÃO EMOCIONAL. RECOMENDA-SE VIVAMENTE A DISCRIÇÃO DO LEITOR. Quando Liana Rivers se deitou com o seu meio-irmão taciturno, dominante e perigosamente irresistível, Killian Wolfe, entregou-lhe tudo: o seu coração, o seu corpo, a sua virgindade. Mas quando descobriu que estava grávida e soube que ele estava noivo de outra mulher, fugiu. Sem despedidas. Sem explicações. Apenas um coração despedaçado e um bebé que ele nunca viria a conhecer. Agora, sete anos depois, é uma mãe solteira em dificuldades que trabalha como empregada de limpeza num hotel, fazendo tudo o que pode para esconder o seu passado — e o seu filho — do alfa implacável que a destruiu. Até que, uma noite, ele a reencontra. Mais rico. Mais sombrio. Mais poderoso do que nunca. E ele quer-a de volta. Killian não está aqui apenas para brincar às casinhas. Ele quer controlo. Sobre a vida dela. O corpo dela. O filho dela. E, desta vez, ele não vai pedir. Ela fugiu dele uma vez. Mas agora que ele sabe a verdade… Ele vai incendiar o mundo inteiro para manter o que é dele.

Capítulo: 1: Capítulo 1

CAPÍTULO UM

PONTO DE VISTA DA LIANA

Tinha dezanove anos quando apanhei o meu meio-irmão a masturbar-se na casa de banho, a gemer o meu nome desesperadamente.

Não tinha tencionado ficar acordada. Só queria ir buscar um copo de água à cozinha quando ouvi aquilo.

Alto e claro.

O meu nome.

«Liana... f-foda-se...»

Fiquei paralisada, com o coração a bater loucamente no peito.

Era tarde naquela noite, exatamente às 3 da manhã. A casa estava silenciosa.

O Killian tinha voltado a casa para uma visita curta depois de ter estado ausente durante um ano por causa do trabalho, embora, até hoje, eu ainda não fizesse ideia do tipo de trabalho que ele realmente fazia.

Ele não vivia connosco. Tinha a sua própria casa do outro lado da cidade e raramente nos visitava. Só aparecia em ocasiões especiais ou quando a mãe dele insistia. Desde o dia em que o meu pai se casou com a mãe dele, só o tinha visto duas vezes.

Ainda me lembrava claramente da primeira vez que o vi naquele ano, há três anos. Quase fiquei de boca aberta. Ele parecia um deus grego andante, cada centímetro dele a transmitir poder e confiança, daqueles que não se conseguem fingir.

Mas ele nunca reparou em mim. Tratou-me como se eu não existisse. Doeu mais do que eu esperava, mas tentei não levar isso a peito. Afinal, ele era sete anos mais velho do que eu. Talvez, para ele, eu fosse apenas uma miúda tola. Ouvi dizer que a mãe dele o teve quando mal passava da adolescência. Talvez isso explicasse a distância. Ou talvez ele simplesmente não se importasse.

Quando ele chegava a casa, nem sequer olhava para mim durante o jantar. Nunca sorria. Nunca falava, a menos que alguém lhe perguntasse algo diretamente. E nunca participava em nenhuma conversa familiar. Era como se ele nem sequer estivesse lá, mesmo estando sentado à mesa connosco.

A mãe dele, porém, tinha sido extremamente carinhosa. Desde o momento em que entrou nas nossas vidas, tornou-se a mãe que eu nunca tive. A minha própria mãe faleceu dois anos depois de me dar à luz, por isso nunca cheguei a saber como era ser abraçada por ela, ser chamada de querida ou ser aconchegada à noite com um beijo.

Mas a mãe do Killian preencheu esse vazio sem hesitar. Ela amava-me como se eu fosse filha dela. E não era algo forçado, era puro, o tipo de amor que me fazia sentir segura.

O único que se manteve frio foi o filho dela.

Killian nunca me sorriu. Nunca falava comigo. Nem sequer agia como se eu estivesse lá, exceto por um olhar frio ocasional. E, no entanto, no fundo, uma parte de mim sempre quis saber como seria se o Killian realmente me visse. Se ele dissesse o meu nome. Se eu significasse alguma coisa para ele. Mesmo que fosse só um pouco.

Por isso, ouvir o meu nome sair da boca dele enquanto se masturbava foi algo que eu não esperava de todo. Foi chocante. Errado. Pervertido. Mas foi também a primeira vez que o ouvi dizer o meu nome.

E, por mais distorcido que pareça, uma parte de mim não conseguia impedir que as minhas pernas se movessem na direção do som. Toda a minha essência dizia-me para dar meia-volta. Mas não consegui. Não queria. Queria saber se era verdade. Se era mesmo eu que ele imaginava enquanto se masturbava daquela forma.

A porta estava ligeiramente entreaberta. A luz jorrava como um segredo à espera de ser revelado. Empurrei-a para abrir.

E lá estava ele.

Killian.

Completamente nu. De pé, em frente ao espelho. A sua mão estava firmemente enrolada à volta do seu pénis, grosso, cheio de veias e duro. A outra mão agarrava-se ao lavatório. Os músculos das costas estavam tensos, enquanto o maxilar se cerrava como se estivesse a conter um grunhido.

Parecia um deus indomável, cru, selvagem e completamente perdido no pensamento de mim.

O meu nome ainda estava nos seus lábios. Ele gemia-o como se lhe doesse. Como se precisasse disso para sobreviver. Como se eu fosse a única coisa que o pudesse salvar do fogo que quer que fosse que o tivesse consumido.

Não respirei. Não pestanejei. Fiquei ali parada a observar. As minhas coxas apertadas uma contra a outra. O meu peito subia e descia. A minha pele ardia entre as pernas. Odiava sentir-me tão molhada só de o ver acariciar o seu pénis como se eu já lhe pertencesse.

Então, soltei um pequeno som. Um suspiro.

Ele virou a cabeça rapidamente. Os nossos olhares cruzaram-se.

O tempo parou.

Vi tudo: o rubor nas suas bochechas, o suor no peito, a forma como a mão dele fez uma pausa, mas não largou. A forma como os olhos dele escureceram. Famintos.

Depois, o momento desfez-se.

«Sai daqui, raios!», gritou ele.

Ele bateu com a porta com tanta força que senti o chão a tremer debaixo de mim. Tropecei para trás, sem fôlego, com as pernas a tremer enquanto corria pelo corredor como uma rapariga que acabara de ver algo que nunca iria esquecer.

Fechei a minha porta e deixei-me cair na cama. O meu coração batia com força.

Mas não por vergonha.

De desejo.

Ele tinha pensado em mim. Ele tinha-me desejado. E agora eu estava encharcada de desejo por ele. As minhas mãos tremiam enquanto tocava nos meus lábios, tentando acalmar-me, mas não adiantou nada. Tudo o que conseguia ver era a forma como ele segurava o seu pénis. Tudo o que conseguia ouvir era o meu nome a sair da boca dele.

Queria saboreá-lo, sentir aquele calor na minha pele, fazê-lo dizer o meu nome outra vez, mas desta vez comigo de joelhos, a mão dele enredada no meu cabelo.

Odiava-me por querer aquilo.

Mas não o suficiente para parar.

---

Na manhã seguinte, tentei manter-me afastada dele. Fiquei no meu quarto, a suster a respiração sempre que ouvia passos no corredor. Esperei até os nossos pais saírem antes de me esgueirar para a cozinha.

Mas ele já lá estava.

À espera.

Não disse uma palavra.

Não me deixou mentir nem fingir que nada tinha acontecido.

Ele caminhou na minha direção como se já soubesse com o que eu tinha sonhado a noite toda. Como se conseguisse sentir o cheiro do meu desejo na minha pele. Como se sentisse o calor entre as minhas pernas sem sequer me tocar.

Agarrou-me pela cintura e empurrou-me com tanta força contra o frigorífico que eu soltei um grito abafado. As minhas mãos bateram no peito dele, mas ele não se mexeu. Não recuou. O corpo inteiro dele estava pressionado contra o meu.

A sua respiração estava no meu rosto. A sua voz era um grunhido grave.

«Entraste no corredor ontem à noite porque querias ver-me a masturbar-me a pensar em ti?»

«Killian...»

«Responde-me!», retrucou ele. Uma mão pressionou-me a anca contra o frigorífico. A outra deslizou pela minha coxa acima. Não conseguia falar. A respiração ficou-me presa na garganta. Os joelhos tremiam-me.

Ele percebeu.

«Oh. Já estás a apertar essas coxas bonitas, não é?», disse ele com uma risada grave. Os olhos dele desceram para os meus lábios. Depois, para o meu peito.

O meu corpo ficou tenso. Os meus lábios abriram-se.

«Ficaste ali a ver-me a acariciar-me enquanto pensava em ti. E gostaste. Não foi?»

Eu soltei um gemido. «Eu... eu não estava a tentar...»

«A tentar o quê?», sussurrou ele junto à minha boca. «A tentar que te apanhassem? A tentar ver se o teu irmão adotivo nojento se masturba ao pensar na tua cona apertadinha?»

Tremi. As minhas pernas mexeram-se. As minhas cuecas estavam molhadas.

A mão dele deslizou entre as minhas coxas e pressionou com força através do tecido. Ele nem precisava de olhar. Ele sabia. Eu estava encharcada. A pingar.

«Estás molhada», rosnou ele. Pressionou com mais força. Eu ofeguei. «Só com palavras. Só por eu ter dito o teu nome enquanto me vinha.»

«Killian, por favor...» Não fazia ideia do que estava a implorar.

Ele empurrou outra vez. Os dedos dele cravaram-se no meu calor. Arqueei as costas. A minha cabeça bateu no frigorífico.

«Devia fazer-te vir aqui mesmo», rosnou ele. «Esfregar esta rata carente até ela chorar. Até escorrer pelas tuas pernas. Até implorar pelo meu pau. Até só saber como me desejar.»

Eu ofeguei. Gemí. As minhas coxas apertaram-se. As minhas unhas cravaram-se nos ombros dele.

«Quero arruinar-te», sussurrou-me ele ao ouvido. «Tão muito. Tão foda-se muito. Mas não posso.»

Ele afastou a mão, o mais devagar que conseguiu, enquanto o seu corpo ainda estava duro. Ainda a tremer.

Olhou-me nos olhos, escuros e cheios de fogo.

«É isto que queres?», perguntou ele.

Pisquei os olhos, a respirar ofegante. «Eu… eu não…»

«Ótimo. Porque se tivesses algum respeito por ti própria, esquecerias que isto alguma vez aconteceu.»

Capítulo: 2: Capítulo 2

CAPÍTULO DOIS

PONTO DE VISTA DE LIANA

Corri de volta para o meu quarto, com o coração a bater freneticamente no peito.

Não conseguia pensar direito.

Não depois do que acabara de acontecer na cozinha, não depois da forma como ele me tocou, se encostou a mim, falou comigo como se fosse dono de cada parte de mim. Ele nem precisava de me foder para me destruir, já o tinha feito, com as suas palavras, com aquele olhar nos olhos, aquela fome, aquela escuridão.

Não parava de ver os dedos dele, a forma como me acariciava por cima das cuecas como se conseguisse sentir tudo, a forma como rosnou quando percebeu o quanto eu estava molhada, a forma como se inclinou e me disse que me queria destruir.

Agora estava de volta ao meu quarto, mas não adiantava nada. Não conseguia pensar em mais nada, não conseguia impedir que as minhas coxas se apertassem outra vez, não conseguia impedir que os meus dedos se contorcessem com a necessidade de me tocar. Mas não era suf

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