Alphanovel

Liebesromane

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Aktualisiert

Rejeitando meu parceiro licano

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Klappentext

Nota importante: A história ainda não está concluída e já não é atualizada há algum tempo. «Eu, Madeline Clark, recuso…», comecei a dizer, mas o Alfa Dimitri interrompeu-me, colocando a mão sobre a minha boca. Puxou-me para mais perto dele e rosnou. «Que raio estás a fazer?!», gritou ele. «Não vou deixar-te fazer isto, Maddie. Esperei por ti durante meses e não te vou perder!» Os seus olhos transbordavam de dor e a sua voz estava impregnada de pânico. «És minha, Maddie», disse ele, enquanto se inclinava e me dava um beijinho na testa. «És minha e não te vou deixar ir.» Madeline é uma rapariga de 17 anos que ainda não se transformou em loba. O pai abandonou a mãe dela quando ela era muito nova. Tem sido vítima de bullying e alvo de gozo constantemente. Depois de perder a mãe, a pessoa que mais a amava, Madeline ficou completamente perturbada e destroçada. O pai volta para a levar de volta para a sua alcateia. Madeline opõe-se a isso, mas a sua situação financeira obriga-a a ir com ele. Dimitri é um lobo licantropo, o Alfa da sua alcateia de grande sucesso. Tem 22 anos e ainda não encontrou a sua alma-gémea. Quando Madeline chega à alcateia dele, ele fica muito surpreendido ao descobrir que ela é a sua alma-gémea. Também está muito frustrado porque ela é a sua meia-irmã, que ainda não se transformou. Ela não consegue reconhecê-lo como a sua alma-gémea. Madeline tem dificuldades na nova matilha. Não tem a melhor relação com a sua madrasta. Mal pode esperar por fazer 18 anos e partir. O que acontecerá quando Madeline descobrir quem é o seu companheiro? O que fará Dimitri depois de ela o rejeitar? Conseguirá convencê-la a ficar?

CAPÍTULO: 1: CAPÍTULO UM - ESCOLHIDO PAR

Ponto de vista de Dimitri

“Você já pensou em escolher uma companheira, Dimitri?”, perguntou minha mãe, fazendo-me revirar os olhos. “Você tem 22 anos. Está na hora de escolher uma loba forte para se tornar sua Luna.”

Continuei cortando minha carne sem sequer olhar para minha mãe.

Skol rosnou. Ele detestava a ideia de ter uma companheira escolhida. Nós esperaríamos pela nossa companheira predestinada.

“Deixe-o em paz, Janet”, disse Mike, o novo companheiro da minha mãe. “Ele já te disse que quer esperar pela companheira do destino.”

Olhei para Mike e acenei levemente com a cabeça.

Eu não gostava muito dele. Não tinha nada contra o cara, mas havia algo nele que nunca me agradava.

Minha mãe se casou com ele há dois anos. Ele não era um licantropo como minha mãe e eu. Nunca entendi por que minha mãe quis se casar com ele, mas isso definitivamente não era da minha conta, então nunca me envolvi. Eu tolerava o Mike porque precisava.

Alguns membros da nossa matilha torciam o nariz para o fato de que o Mike era apenas um lobisomem e não um licano como minha mãe e eu. Tecnicamente, isso era verdade. O que os membros da minha matilha não sabiam era que o Mike realmente tinha genes de licano, mas seu licano nunca havia despertado.

De qualquer forma, isso não importava para mim. Ele não seria capaz de se tornar o Alfa da minha matilha, mesmo que fosse um licantropo.

Havia algo de errado com o Mike hoje. Ele parecia distraído e um pouco preocupado.

— Mike, querido, pare de se preocupar — murmurou minha mãe, segurando a mão dele na sua. — Tudo vai ficar bem.

Mike olhou para ela e franziu a testa.

“Como você pode dizer isso?”, ele disse com um tom de raiva na voz.

Que porra de coisa aconteceu?

“O que diabos está acontecendo?”, perguntei antes que minha mãe pudesse dizer mais alguma coisa.

Minha mãe e o Mike trocaram um olhar. O Mike suspirou, passou os dedos pelo cabelo e baixou os olhos para o prato.

Minha mãe olhou para mim, e eu levantei uma sobrancelha para ela.

“A companheira predestinada do Mike está morrendo”, disse minha mãe, fazendo meus olhos se arregalarem.

Olhei para o Mike. Eu estava tão confusa pra caramba.

“Achei que você não tivesse encontrado sua alma gêmea”, eu disse, contendo um grunhido.

Eu odiava pra caramba lobos que traíam suas companheiras predestinadas. Uma companheira era um presente da Deusa. Uma companheira deveria ser amada e valorizada. Que porra ele estava fazendo aqui com minha mãe se sua companheira predestinada estava lá fora, em algum lugar?!

Mike olhou para mim e respirou fundo.

“Eu a encontrei”, murmurou Mike. “Só que nunca a marquei.”

Minha confusão se transformou em surpresa.

Como diabos ele conseguiu se conter e não marcar sua companheira? Eu tinha tanta certeza de que cravaria meus caninos no pescoço dela assim que a conhecesse.

“Eu era jovem e idiota”, suspirou Mike, voltando a olhar para a mesa. “Achei que meu lado licantropo iria vir à tona. Esperei que isso acontecesse. Eu era o único com genes de licantropo na minha matilha e achava que, assim que me tornasse um licantropo, seria capaz de fazer muito mais do que apenas ser um beta da minha matilha.”

Mike parou de falar e suspirou.

“Conheci minha companheira”, continuou Mike. “Prometi a ela que a marcaria assim que meu lado licantropo aparecesse. Só que isso nunca aconteceu. Fiquei cada vez mais frustrado. Fiquei com uma raiva do caralho. Passava os dias bêbado de uísque misturado com acônito. Estava constantemente irritado pra caramba. Ela ficava me pedindo para marcá-la, mas eu nunca fiz isso.”

Mike parou de falar e olhou para minha mãe.

“Então você não tem um vínculo de companheirismo com ela?”, perguntei.

“Não”, disse Mike, olhando para mim. “Eu não seria capaz de marcar sua mãe se tivesse.”

Almas-gêmeas escolhidas e segundas almas-gêmeas também podiam marcar uma à outra. A marca não era tão poderosa quanto quando era dada por uma alma-gêmea predestinada, mas ainda assim tinha poder.

“Mas você está ligado a ela, não é, Mike?”, disse minha mãe com um tom de ressentimento na voz.

Franzi as sobrancelhas. Do que diabos ela estava falando? Como ele poderia estar ligado a uma mulher que nunca marcou?

“Estou”, murmurou Mike.

— Como? — perguntei, estreitando os olhos para ele.

“Tenho um filho com ela”, disse Mike, olhando para mim.

Meus olhos se arregalaram.

Ele tinha um filho?

“Deixei-a grávida quando ainda achava que iria marcá-la”, disse Mike. “Deixei-a quando minha filha tinha 2 anos.”

Meus olhos se arregalaram ainda mais. O pouco respeito que eu tinha pelo Mike desabou completamente.

“Me sinto tão culpado, porra”, disse Mike, passando os dedos pelo cabelo. “Não vejo minha filha há 15 anos, e agora…”

Ele parou de falar e respirou fundo.

“Você tem uma filha?”, perguntei, tentando esconder minha raiva crescente.

“Sim”, Mike assentiu. “Ela tem 17 anos. O nome dela é Madeline.”

“E a mãe dela está morrendo?”, perguntei, cerrando os punhos.

“Sim”, disse Mike. “Ela tem câncer. Ela me ligou há alguns dias, implorando para que eu acolhesse Madeline quando ela morresse.”

“Você vai fazer isso”, eu disse.

Não era uma pergunta. Era uma porra de uma ordem. Ele faria isso. Ele não deixaria uma garota de 17 anos sozinha. Ele já tinha causado danos suficientes.

“Não tenho certeza se isso é uma boa ideia, Dimitri”, disse minha mãe, fazendo-me rosnar.

“Por que diabos não?”, perguntei, lançando um olhar furioso para minha mãe.

“Mike e eu já não somos mais tão jovens assim”, suspirou minha mãe. “Não tenho certeza se conseguiríamos lidar com uma garota de 17 anos.”

Eu rosnei e olhei para o Mike.

“Vocês não vão deixar a filha de vocês sozinha de novo”, eu disse. “Em que matilha ela está?”

“Minha antiga matilha, a Lua Vermelha”, disse Mike.

Eu conhecia aquela matilha. Eu a visitei há cinco anos com meu pai. Foi poucos meses antes de ele morrer, e aquela viagem foi uma das minhas lembranças favoritas com ele.

“Não cometa o mesmo erro de novo, Mike”, eu disse ao me levantar. “Você já abandonou sua filha uma vez. Não faça isso de novo.”

Afastei-me da mesa.

Precisava me afastar deles.

Eu estava tão puto com o Mike.

Como ele pôde fazer isso com sua alma gêmea e com o filho dele?!

Eu amaria minha alma gêmea mais do que qualquer outra coisa no mundo. Ela seria amada e protegida pra caramba.

Eu nunca faria o que o Mike fez.

Nunca.

CAPÍTULO: 2: CAPÍTULO DOIS - DOENTE

Ponto de vista de Madeline

“Mãe, por favor, você precisa tomar os remédios”, suspirei, tentando fazê-la abrir a boca.

Já faz quase uma hora que estamos nessa. Eu tentava convencê-la de que ela precisava dos remédios, e ela os empurrava para longe e gritava comigo, dizendo que não os queria.

Ela deu um tapa na minha mão, e um punhado de comprimidos se espalhou pelo chão.

Suspirei e me ajoelhei para recolhê-los.

“Não se dê ao trabalho, Madeline”, disse minha mãe. “Não vou tomá-los.”

Olhei para ela. Eu queria gritar. Ela não precisava estar sofrendo!

Ela estava deitada na cama, segurando a barriga e soluçando baixinho. Estava coberta de suor. Sua camisola branca estava molhada e grudada no corpo. Ela estava pálida e tão magra, caramba. Eu mal conseguia fazê-la comer alguma coisa.

Ela havia perdido todo o cabelo meses atrás. Era muito difícil para mim vê-la sem cabelo, sem sobrancelhas e sem cílios. Foi a primeira vez que percebi que minha

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