
Vendido a um bilionário
- Genere: Billionaire/CEO
- Autore: Belle Scarlet
- Capitoli: 111
- Stato: In corso
- Classificazione per età: 18+
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- ⭐ 7.5
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Annotazione
Depois de uma noite de bebedeira em um bar sofisticado, ela acaba tendo uma aventura de uma noite com um desconhecido. Tudo está embaçado na memória de Zoe, mas ela consegue ver a tatuagem tribal do desconhecido cobrindo o ombro esquerdo e o peito dele. *** ZOE é uma estudante universitária prestes a se formar, de Manhattan. Ela é bolsista de uma empresa renomada do ramo automotivo. Mora em um pequeno apartamento com sua mãe, Iris. Elas levavam uma vida simples e tranquila até que sua mãe a levou a uma festa e ela se viu diante de um senhor de idade. A princípio, ela não fazia ideia de que sua mãe estava prestes a vendê-la, até que um desconhecido entra na cena, que por acaso é o filho do senhor, chamado Helios. Zoe ficou grata por Helios ter chegado e agido como seu cavaleiro. Helios se opunha aos planos do pai e resgatou Zoe para salvá-la da crueldade dele. O vínculo entre os dois se aprofundou, até que surgiu um obstáculo que colocou o relacionamento à prova. Zoe estava prestes a desistir quando descobriu o segredo mais íntimo dele. Será que ela será vendida para sempre a um bilionário, ou conseguirá escapar de seu destino?
Capítulo: 1: Capítulo 1: Na Boate
ZOE é uma estudante universitária prestes a se formar, de Manhattan. Ela é bolsista de uma empresa renomada do ramo automotivo. Mora em um pequeno apartamento com sua mãe, Iris.
Iris trabalha todas as noites em uma boate próxima como dançarina de pole dance e acompanhante da alta sociedade — bilionários, políticos e similares. As pessoas a consideram uma verdadeira “cortesã”, pois ela tem como alvo pessoas de alto perfil.
Zoe chega até a sofrer bullying por causa do trabalho da mãe. Apesar disso, ela aprendeu a ignorar tudo. Sua mãe pode não ter um emprego decente, mas ela ainda assim a ama, e ninguém pode mudar isso.
“Zoe…” sua mãe chamou seu nome, e ela parou de fazer o dever de casa.
Como o aluguel do apartamento delas era barato, ela conseguia ouvir facilmente as vozes do lado de fora do quarto. Então, ela caminhou até a porta e a abriu. Olhou para a mãe da cabeça aos pés e viu que ela estava vestida de forma sedutora para o trabalho mais uma vez.
“Você já terminou o dever de casa?”, perguntou a mãe.
Ela balançou a cabeça. “Ainda não.”
Os lábios da mãe formaram um “O”.
“Por quê?”
“Vou perguntar se você quer ir à balada relaxar, já que é sexta-feira”, afirmou a mãe, ajeitando o vestido, especialmente na região do busto, onde o decote dos seios era exibido.
“Então vou continuar amanhã”, ela respondeu. “Me dá cinco minutos”, acrescentou, fazendo a mãe sorrir e acenar com a cabeça.
“Hmm…”
Ela franziu ligeiramente a testa e olhou nos olhos da mãe. Parecia que a mãe queria acrescentar algo ou dizer alguma coisa.
“Mãe?”, ela perguntou de repente.
“Ah…” sua mãe limpou a garganta, “—v-vista algo sexy, tá?”, gaguejou.
Zoe arqueou as sobrancelhas. “Por quê?”
Sua mãe esboçou um sorriso no rosto novamente. “Só porque sim.”
Zoe então deu um suspiro profundo e assentiu.
“Me espera”, disse ela antes de fechar a porta.
Ela deu um suspiro profundo enquanto caminhava em direção ao seu pequeno armário de madeira. Abriu-o e percorreu o interior com o olhar. “Vestir algo sexy?”, sussurrou, “—mas eu não tenho nenhum vestido sexy”, acrescentou. Ela riu. A maioria de suas roupas eram camisetas e jeans. Ela não gosta de vestidos. Prefere camisetas largas. Às vezes usa uma saia, mas se certifica de que ela chegue até o joelho. Ela nunca usaria roupas reveladoras nem experimentaria nenhuma.
“Mãe! Eu não tenho nenhum desses...”, a porta do quarto se abriu, “desses”, ela sussurrou a última palavra ao encarar a mãe.
Sua mãe se aproximou dela segurando um vestido preto com ombros à mostra. “Desculpa, querida. Esqueci que você não tem nenhuma roupa sexy”, disse ela, abrindo um largo sorriso.
Ela arqueou a sobrancelha esquerda ao pegar o vestido. “Sou mais alta que você, mãe. E isso é…” ela ergueu o vestido para examiná-lo, “—curto demais para mim”, acrescentou, olhando para Iris.
Iris sorriu. “Você deveria experimentar...”
“E por que eu preciso me vestir assim? Nós vamos a boates ou bares, mas essa é a primeira vez que vou usar esse…” ela olhou para o vestido mais uma vez, “—tipo de vestido.”
Iris soltou uma risadinha. “Querida, vamos a uma festa.”
Zoe arqueou as sobrancelhas. “Em uma boate?”
Iris assentiu. “Meu último cliente me convidou para a festa de 28 anos do filho dele.”
Ela arqueou a sobrancelha. “Achei que íamos só relaxar...”
“Claro, com bebidas de graça, já que é uma festa”, Iris interrompeu e soltou uma risada inquietante.
Ela assentiu. “Entendi. Mas tudo bem se eu não usar isso, né? Não é que eu vá me juntar a você e ao resto do pessoal. Vou só tomar uns drinques no balcão”, disse ela, tentando evitar usar aquele vestido de tirar o fôlego.
Iris cruzou os braços na frente do peito. “Zoe…” Ok, sua mãe já estava usando aquele tom de advertência. Mas não havia como ela usar um vestido desse tipo.
“Você sabe que eu não uso esse tipo de coisa.”
Iris deu um suspiro profundo e se aproximou dela. Ela segurou o rosto da filha com as mãos enquanto olhava para ela.
“Olha, querida, você pode fazer isso pela mamãe, só dessa vez?”
Zoe encontrou o olhar da mãe e franziu levemente a testa. Seus olhos estavam confusos, e seu coração começou a sentir dúvida, enquanto o medo de repente se instalava dentro dela.
Ela não sabe — não quer pensar demais nisso, mas tem um mau pressentimento.
QUANDO pegaram um táxi em direção à boate onde sua mãe costuma ir trabalhar, ela parecia incomodada — parecia que algo a estava incomodando.
Zoe segurou a mão da mãe e a apertou, e sentiu que estava fria. “Mãe, está tudo bem? Você parece não estar bem...” Ela não terminou a frase quando a mãe deu um tapinha na mão dela e esboçou um sorriso.
“Estou bem. Não há nada com que se preocupar”, respondeu Iris.
Zoe deu um suspiro profundo e assentiu. Ela não soltou a mão da mãe até que chegassem ao clube.
Iris pagou a corrida antes de saírem do carro. Ela sorriu para ela novamente enquanto caminhavam em direção à entrada, fazendo Zoe franzir a testa.
“Mãe, esse seu sorriso tá me dando um frio na barriga”, ela disse. Sua mãe normalmente não sorri nem ri. Ela é uma mulher ocupada o dia inteiro e à noite. Quando chega em casa, Zoe já está dormindo. E quando ela vai para a escola, sua mãe já saiu.
Por isso, ela sabia e sentia fortemente que algo estava incomodando sua mãe.
No entanto, ela optou por ficar em silêncio quando entraram na boate.
A música alta as recebeu. Como sempre, o ambiente da boate continuava o mesmo. O primeiro andar era a pista de dança e o balcão do bar, enquanto o segundo andar abrigava as áreas VIP, e o último andar, que era o terceiro, estava repleto de quartos — havia pelo menos dez.
Ela já esteve nessa boate cerca de quatro vezes e não consegue identificar nenhuma mudança. Exceto por aqueles homens que estão do lado de fora. Ela não tinha visto aqueles homens de smoking antes. E o que eles estão fazendo ali?
Bem, ela não se importa. Tudo o que ela precisa é tomar pelo menos uma bebida. E, naquele momento, ela já queria trocar de vestido. Seu corpo ficava muito exposto com aquele vestido. Seu decote ficava à mostra se ela puxasse um pouco a barra.
Ela praguejou baixinho quando uma mão tocou suas pernas expostas enquanto caminhava em direção à escada.
Ela lançou um olhar fulminante ao homem que agora a encarava como um pervertido e se aproximou da mãe.
Iris percebeu e afastou o homem. “Desculpa por isso, querida.”
“Mãe, ele acabou de passar os dedos na minha perna esquerda”, reclamou ela, mas sua voz estava controlada.
Iris sorriu. “Ninguém pode te fazer mal aqui. Confia em mim. Meu cliente é poderoso demais. Se eu contar a ele que alguém te toca, aquele homem vai morrer...”
“O que você está dizendo, mãe?”, perguntou Zoe, com um olhar confuso.
Os olhos de Iris se arregalaram. “Ah... não é nada, querida. Vamos lá, a festa é lá em cima. Eles devem estar nos esperando”, disse ela, o que fez com que Zoe franzisse a testa.
Elas estavam no último degrau da escada quando os olhos de Farah se arregalaram de surpresa. Ela estava prestes a se virar, mas sua mãe a segurou pelo braço, fazendo-a dar um passo à frente.
“Mãe…”
“Desculpa, querida”, murmurou a mãe, enquanto agarrava Zoe pelo braço novamente, e elas caminhavam em direção ao sofá solitário onde um homem na casa dos setenta estava sentado, com um cachimbo entre os lábios.
Zoe começou a sentir medo quando a mãe apertou com mais força seu braço enquanto a empurrava.
“Mãe… o que você está fazendo—”
“Vamos lá, querida. Por favor, se comporte”, murmurou a mãe.
“M-Mas, mãe”, ela tentou parar, mas a mãe a puxou de novo. “Mãe… o que você está fazendo!”, gritou ela.
“Zoe, eu disse para você se comportar...”
“O que estamos fazendo na frente de um assassino? E onde é a festa?!” Zoe gritou enquanto olhava para o homem mais velho.
“Aquela pessoa sentada no sofá preto foi quem matou o presidente...”
“Cala a boca, Zoe. Apenas me siga, por favor…” implorou a mãe, e quando Zoe encontrou seus olhos, viu medo neles.
Iris a empurrou para frente e a soltou.
Zoe lançou um olhar furioso na direção da mãe. De repente, dois homens se aproximaram dela e apontaram suas armas para ela. Ela tremia de medo enquanto lágrimas escorriam por suas bochechas. Ela olhou para a mãe, e sua visão começou a ficar embaçada.
“Por quê?”, ela sussurrou.
No entanto, sua mãe não lhe deu respostas.
Iris se virou para o velho. “Como prometido, aqui está ela. Ela está limpa e pura. Também está na idade certa...”
“Mãe!”, exclamou Zoe ao perceber o que estava acontecendo. “Como você pôde fazer isso….”
Ninguém ousou responder. Ela enxugou as lágrimas enquanto olhava para a arma à sua direita. Engoliu o choro quando o homem encostou o cano da arma em seu braço. Seus soluços ficaram mais altos até que uma voz grave rompeu a tensão no segundo andar.
“Pai. O que isso significa?”
Capítulo: 2: Capítulo 2: Ele a comprou
Um homem vestindo uma camisa polo cinza e calça preta interrompeu a conversa e caminhou em direção ao senhor, a quem chamou de “pai”.
“Helios, filho”, cumprimentou o senhor ao se levantar. Um sorriso malicioso surgiu nos lábios do senhor.
“O que você está fazendo aqui, pai? E o que essas pessoas estão fazendo aqui?”, perguntou o rapaz chamado Helios, fixando o olhar em Zoe.
“Você está fazendo isso de novo?!” A voz retumbante de Helios ecoou pelos cantos. Ele se aproximou do pai e agarrou o velho pelo colarinho. “Estou te avisando! Não ouse manchar minha casa com suas trapaças!”, afirmou ele.
Em vez de responder, o pai de Helios soltou uma risada diabólica.
“Deixe-os ir, pai”, insistiu Helios mais uma vez.
O sorriso diabólico do velho ainda se mantinha em seus lábios enquanto ele encarava o olhar mortal de Helios.
“Eu vou, se…” ele fez uma pausa, o que fez Helios cerrar os dentes. “Bem, vou deixar a jovem ir…”
“As duas. Solte-a











